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IoT no combate ao coronavírus

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O novo coronavírus (COVID-19) deu ao mundo um inimigo em comum e foi capaz de unir todas as nações em um único objetivo: combater a pandemia. Com uma série de mudanças e um longo caminho a ser percorrido, meio a uma adesão necessária de novos hábitos, este momento pode ser a consagração da IoT (Internet das Coisas).

A grande adesão ao home office, necessidade de rastreamento de cadeias de transmissão, pagamentos com tecnologias contactless (comunicação por proximidade), monitoramento por câmeras, dentre outras questões, fizeram o mercado da IoT alavancar. Nesse sentido, ele foi avaliado em U$ 150 bilhões em 2019 e deve alcançar a marca de U$ 243 bilhões em 2021.

Neste post, confira quais foram as tecnologias da IoT que auxiliaram as pessoas nas medidas utilizadas para combater a pandemia do novo coronavírus.

Cloud e acesso remoto no modelo home office

Para promover o distanciamento social necessário para conter o avanço da pandemia, muitas empresas adotaram o trabalho remoto. Com isso, algumas já notaram que esse modelo de serviço apresenta uma série de vantagens e deve permanecer, ao menos parcialmente.

Mas não teria sido possível manter a infraestrutura necessária para o trabalho remoto sem tecnologias, como cloud computing (computação em nuvem), diversas ferramentas colaborativas (videoconferência, chat, gerenciamento de projetos), sincronização de dispositivos que possibilitam o acesso remoto a computadores, VPN (rede privada virtual) e apps mobile-first (soluções desenvolvidas para dispositivos móveis).

Sensores para monitorar a qualidade do ar

A ventilação em ambientes com uma grande circulação de pessoas sempre foi um desafio de engenharia, por isso muitos edifícios acabam por reciclar o mesmo ar diversas vezes, com a intenção de garantir uma qualidade melhor e um conforto térmico maior.

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No entanto, uma das medidas de segurança, para prevenir o contágio do novo coronavírus é justamente a necessidade de promover uma ventilação robusta em espaços fechados. Por isso, uma solução rápida e econômica ganhou força: a instalação de sensores que captam informações importantes sobre a qualidade do ar.

Estes sensores se comunicam com um sistema munido de Inteligência Artificial que pode ativar ou desativar equipamentos de climatização conforme a necessidade.

A saúde 4.0 promovida pela IoT

Muitas tecnologias 4.0 passaram a ser aplicadas em soluções para o setor da saúde, afinal, é cada vez mais comum e habitual termos como “medicina remota”, “teleconsulta”, “medicina interativa”, dentre outros, garantindo que médicos e profissionais da saúde possam acompanhar os seus pacientes sem a necessidade de exposição a um risco de contágio e deslocamento a um ambiente hospitalar.

Um dos exemplos mais claros da tecnologia de saúde 4.0 é o software Libreview, da Freestyle, que permite o acesso a uma série de registros gravados em qualquer aparelho glicosímetro da marca. Logo, uma vez conectado com um Freestyle Libre, um leitor de glicemia com tecnologia NFC, permite que o paciente passe pelo sensor para que o médico possa avaliar as medições aferidas naquele momento.

Por mais que muitas pessoas julguem a tecnologia como algo distante e futurista, basta notar que o aparelho já aparece em ações de marketing, que transmitem propagandas em horário nobre em emissoras de TV brasileiras. Portanto, é uma realidade muito mais próxima do que as pessoas imaginam.

No combate ao novo coronavírus, a IoT escolheu o seu lado da trincheira e está cada vez mais atuando para ajudar os humanos a realizarem uma série de tarefas, desde realizar pagamentos sem encostar em nada, garantir o home office, monitorar a qualidade do ar, até aspectos relacionados à saúde.

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